"O animal satisfeito dorme".
Insatisfação travestida de vontade.
O mesmo oxigênio que acelera e alimenta os pulmões, cansa o coração.
Meu coração ingênuo consegue aceitar certos meandros da razão, transpassando a, às vezes imprecisa, sabedoria da emoção.
Enquanto o farol é encoberto por um mar revolto, a luz da consciência se firma clara e mais nítida do que nunca.
A polaridade se prova mais uma vez como absoluta e exata.
O equilíbrio ganha novos significados cada vez mais altos e, num jogo de cintura, acaba encaixado no melhor lugar possível: na base do crescimento.
Navegar tem lá suas turbulências, bem sabemos.
E as turbulências dependem do tamanho do navio. Mais uma vez, a polaridade.
É só escolher o navio certo pro mar certo. Questão de equilíbrio, novamente.
E se espera-se por um destino melhor, toda esperança se torna ação.
JÁ! O Tempo urge!

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