sábado, 9 de maio de 2009

o ideal

A paisagem tem lá seus desvios a cada esquina. Quem esquece a porta entreaberta corre sério risco de ser atropelado por um ônibus às 3 da tarde na sala de casa. Aferrar-se a ideais nada palpáveis é árduo. Ter fé em algo que não se vê não é tão fácil quanto criticar o Estado. Quando se vai além do óbvio, o terreno é desconhecido e é coerente diminuir o passo. Quero correr! Lembro da chave. Paciência. A premissa é básica: dar um passo por vez ou se preparar para a queda.

No sentimento, a prática que a teoria nega. Bem além da mais moderna ciência há algo inexplicável. Algo incompreensível em sua plenitude. Eles dizem que não, mas eu sei que sim. O caminho desta nossa ciência é a saída de São Paulo em dia de feriadão - engarrafado.

Como posso ultrapassar a certeza e chegar na consciência? Estar ciente. Não falo da mesma ciência do parágrafo anterior. Falo de Intuição. Ciência sem raciocínio. Pista livre. Aquele "eureka!" que te pega desprevenido na banheira quando você menos espera.

Um comentário:

Georgina Bomfim disse...

"Como posso ultrapassar a certeza e chegar na consciência?" "A alma não adquire conhecimentos a partir de seu exterior, mas recorda, no seu interior, aquilo que outrora adquiriu e depois esqueceu. Retomando a teoria de Pitágoras da metempsicose, Platão acha que as almas transmigram de um corpo para o outro, mas antes de ocupar um novo corpo têm a possibilidade de contemplar as idéias, o modelo perfeito das coisas". Só pra te recordar de algo que vc já sabe =) xêro (xeroso) kkkk