sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ainda que conhecesse todos os mistérios e toda a Ciência, e não tivesse amor, nada seria.


1 Ainda que eu falasse as línguas dos Homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. 
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a Ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, eu nada seria. 
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, 
5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; 
6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; 
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 
8 O Amor jamais acaba.


O SERMÃO DA MONTANHA

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